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Tod Und Teufel - Crítica
Assim como em Othon, dos Straub-Huillet, meus sentidos foram despertados para a percepção de um elemento da composição que se manifestou a mim como se conjurado pela primeira vez, mesmo este elemento estando presente em quase todo filme narrativo. Em Othon: a dicção, a entonação, a voz como matéria modulável, dotada de ritmo e musicalidade, capaz de ser ela mesma a força motriz de um filme. Em Tod und Teufel: o close nos rostos, revelando o lado oculto da fisionomia - a escal

João Marcos Albuquerque
há 7 dias2 min de leitura


Contos Cruéis da Juventude (1960) - Crítica
Imagem cintilante, com a textura e as cores que só essa combinação muito rara do GrandScope da Shochiku, com a película Fujicolor, com o diretor de fotografia Takashi Kawamata, sob a direção de Nagisa Oshima, podem proporcionar. Das imagens mais pulsantes, deslumbrantes e reluzentes da década de 1960. - Um homem descansa uma maçã no colo de uma mulher, deitada inconsciente após a realização de um aborto. O homem pega outra maçã e a leva para sua boca. A cena é iluminada num c

João Marcos Albuquerque
11 de ago.2 min de leitura


Sonatine (1993) - Crítica
Li alguns comentários sobre A Odisseia, do Nolan, que criticam a montagem. Eu ainda não assisti ao filme, ele simplesmente não me interessa. Mas as críticas sobre a montagem do filme me interessam. Uma parte das críticas era direcionada a curta duração dos planos: a cada piscada de olho, um novo corte. Além de não dar tempo suficiente para o plano respirar (consequentemente, asfixiando o espectador) e para a imagem se constituir como composição mental, isso acaba por gerar

João Marcos Albuquerque
7 de ago.2 min de leitura
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